19/07/2011

17º DOMINGO DO TEMPO COMUM

1. Introdução.

Diante de tantos desmandos de nossas autoridades, da corrupção, do desvio dos bens públicos, da imoralidade e subserviência, nos perguntamos se existe sabedoria naqueles que nos governam. Devido ao desgoverno, o povo de Deus enveredou muitas vezes por caminhos errados, traindo a Aliança. Este era o grande pecado dos reis: atrair o povo para caminhos que contrariavam a Lei. Não se deve pedir favores pessoais, mas a sabedoria. Salomão entendeu que não governava para si, mas para o povo. O cristão batizado deve entender que a verdadeira sabedoria é acolher o Filho, já que fomos criados a imagem e semelhança de Deus. E no Evangelho se aprende que sábio é quem faz opção pelos valores do Reino. A celebração de hoje deve nos ajudar a pedir sabedoria para quem nos governa e sabedoria para nós, para fazermos a opção acertada.

2. Primeira Leitura: 1Rs 3, 5.7-12 – Dai-nos Sabedoria!

O sonho de Salomão mostra que o que o povo quer são governantes que governem para o povo e não para si. Salomão não pede para si, mas para ser um bom governante. A verdadeira sabedoria é aquela que é capaz de discernir e realizar a justiça. Se isto não acontecia, os profetas levantavam sua voz e denunciavam os desmandos.

3. Segunda Leitura: Rm 8, 28-30 – Imagem e semelhança de Deus.

O projeto de Deus é claro. Quer salvar a todos. Mas o homem é livre: pode ou não aceitar este projeto. Sábio é aquele que assume o projeto de Deus, acolhendo a vida e a salvação e rejeitando a morte e a condenação.

4. Evangelho: Mt 13, 44-52 – O Reinado de Deus.

Mais três parábolas sobre o Reino. As duas primeiras mostram a preciosidade do Reino. É preciso deixar tudo para aderir a este projeto. A terceira retoma as lições da parábola do joio: é preciso ter paciência. Sábio é aquele que é capaz de entender e viver tudo isso. São coisas renovadas e que tomam novo sentido

5. Reflexão.

1. Pedimos sabedoria para nós e para quem nos governa?

2. Estamos acolhendo o projeto de Deus, acolhendo vida e salvação ou o outro projeto, de morte e perdição?

3. Os valores do reino são verdadeiros valores para nós ou os trocamos por valores materiais?

6. Dinâmica:

Apresentar os valores da Sociedade (ter, poder, prazer) que vão contra os valores do Reino (justiça, solidariedade, partilha, amor, serviço) em cartazes com figuras que simbolizem estes valores.

Mons. Romulo

12/07/2011

16º DOMINGO DO TEMPO COMUM

1. Introdução:
Muitas vezes desanimamos vendo o mal vencer. Alguns gostariam de fazer justiça com as próprias mãos, resolvendo de vez as injustiças, as desigualdades, os desmandos. Mas Deus fala para nós: “Tenham paciência”... O confronto definitivo vai acontecer e então sim vai haver a separação e o bem sairá vencedor! O próprio Deus é paciente e misericordioso. O que seria de nós se Ele de imediato nos julgasse e condenasse. Quantos sobrariam? Nesta paciência histórica, devemos pedir ao Espírito Santo que nos ajude a enfrentar as dificuldades e ter a necessária paciência. O reino é como uma pequenina semente, que vai crescendo lentamente. É como o fermento que leveda toda a massa e a gente nem vê! Paciência, muita paciência!

2. Segunda Leitura: Sb 12, 13.16-19 – Deus misericórdia.

Deus não sai aniquilando as pessoas sem mais nem menos. Ele é paciente até com os inimigos. Esta é a grande lição que o povo deve aprender: amar as pessoas, ter esperança, ter paciência para dar tempo para que o outro se converta...

3. Segunda Leitura: Rm 8, 26-27 – O Espírito nos aponta o caminho.

Diante das dificuldades, dos desafios, ficamos desorientados e perdidos. Não sabemos como agir e para onde ir. Mas o Espírito Santo nos orienta e nos dirige para que possamos assumir o rumo certo e agir conforme a vontade de Deus. Não estamos sozinhos! O Espírito Santo caminha conosco e nos dá a segurança necessária.

4. Evangelho: Mt 13, 24-43 - Reino de Deus.

Três parábolas sobre o Reino e explicação de uma delas, dão corpo ao texto de hoje. A história do joio e do trigo nos ajuda a ter paciência e não querer fazer justiça com as próprias mãos. A da semente de mostarda e a do fermento mostram que o Reino acontece apesar de nossa presença. A tensão constante entre o bem e o mal faz parte da nossa história. Cabe a cada um de nós saber conviver com ela e ter a esperança que o bem vai vencer!

5. Reflexão.

1. Aprendemos as lições que Deus nos ensina: amor, esperança, paciência?

2. Deixamos nos conduzir pelo Espírito Santo ou pelos nossos impulsos?

3. Somos fortes o suficiente para dar tempo ao tempo?

6. Dinâmica:

Fazer aqui o Ato penitencial, pedindo perdão pelas nossas impaciências, pelo nosso desamor, pela falta de esperança.


Fonte: Mons. Romulo

06/07/2011

15º DOMINGO DO TEMPO COMUM

1. Introdução:

O tema da nossa celebração é a Palavra. Não uma palavra humana, mas a Palavra de Deus. Esta mesma Palavra que se encarna, que é anunciada, que deve ser ouvida e vivida. Cada um de nós deve cuidar para que esta Palavra continue sendo anunciada e ressoe a cada geração como Palavra de salvação. Não podemos pensar que só os padres e bispos que são os encarregados de anunciar a Palavra. Todos nós, recebemos no nosso Batismo, o ministério profético, com a autoridade de anunciar e denunciar. Lançar a semente, não importa o terreno! Anunciar o reino, não importa quem acolhe! Neste final de milênio a Igreja faz um apelo para que com novo ardor, novo entusiasmo, anunciemos a verdade que é Jesus. Ele é a Palavra verdadeira. Que a nossa celebração nos comprometa com o anuncio...
2. Primeira Leitura: Is 55, 10-11 – É como a chuva que lava, é como o fogo que abrasa...

O profeta vê na Palavra que vem de Deus algo igual à chuva que vem do céu. A chuva fecunda a semente e transforma o deserto em lugar fértil e verde. Assim é a Palavra: vai realizar o projeto libertador de Deus, fecundando, dando vida, transformando... A continuação do texto fala em libertação e paz!

3. Terceira Leitura: Rm 8, 18-23 – Semente que brota.

Paulo compara a criação com algo que vai explodir em vida. Parece com a semente que tem a vida dentro de si, esperando a chuva para germinar. Fala que dentro do coração da criação está a esperança. Ela vai nascer, vai crescer, vai se libertar! Não estamos destinados à morte mas à vida! Como um parto, como o romper da casca, como o germinar, nascemos para a vida, para a liberdade de filhos de Deus!


4. Evangelho: Mt 13, 1-23 – A Palavra é a Semente.

As atitudes que não podemos assumir diante da Palavra são claras e explicadas pelo próprio Jesus: não deixar que ela seja roubada, i. é, guardá-la com todo cuidado; não ser “só do momento”, como diz o povo “fogo de palha”; não deixá-la sufocar pelo ter, prazer, poder, pelo materialismo que mata a Palavra. Devemos ser terra boa, que produza muitos frutos. Anunciar a Palavra sem medo. Fazê-la frutificar.

5. Reflexão.

1.Somos anunciadores de um tempo novo, de vida nova?

2. Temos esperança de um tempo novo, que devemos fazer acontecer?

3. Que tipo de terreno somos?


6. Dinâmica:

Distribuir sementes, na chegada das pessoas ou no final da celebração.



Mons. Antonio Romulo Zagotto

28/06/2011

DÉCIMO QUARTO DOMINGO DO TEMPO COMUM.


1. Introdução.

A liturgia deste domingo nos ensina onde encontrar Deus. Encontramos Deus na simplicidade, na humildade, na pobreza, na pequenez. Deus se revela aos pequenos, aos humildes. Será necessário mudar nossos critérios. Buscamos aplausos, elogios, títulos, cargos importantes. Mas Deus aponta outros caminhos. A Eucaristia mesmo demonstra isso: Ele se faz alimento, na pequenez do pão consagrado. Lição para cada um de nós. Devemos assumir uma atitude de humildade. A ação de Jesus nos ensina como fazer este caminho: “E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” (Fl 2.8).

2. Primeira leitura – Zc 9, 9-10 – Eis que teu rei, humilde, vem ao teu encontro.

O povo está dominado pelo poder opressor do inimigo. Mas Deus tem um projeto de libertação. O projeto não será realizado mediante o poder opressor e a força militar, mas através da ação do Messias, cuja característica fundamental é a justiça e a solidariedade com os pobres. O Messias construirá a paz, isto é, a vida plena para todas as nações, chamadas que são a fazer parte do povo de Deus. Segundo Mt 21,4-9, Jesus é a realização plena deste anúncio.

3. Segunda Leitura – Rm, 8, 9.11-13 – Se, pelo Espírito, fizerdes as obras do copo morrer, vivereis.

Uma vez batizados devemos viver segundo o Espírito. As obras da carne devem ser deixadas de lado. Aqui entra o chamado processo de conversão. Viver segundo o Espírito é sinal de pertença. Não mais pertencer ao mundo mas pertencer a Deus. E assumir os valores do Reino.

4. Evangelho – Mt 11, 25-30 – Eu sou manso e humilde de coração.

Com sua palavra e ação, Jesus revela a vontade do Pai, que é instaurar o Reino. Contudo, os sábios e inteligentes não são capazes de perceber a presença do Reino e sua justiça através de Jesus. Ao contrário, os desfavorecidos e os pobres é que conseguem penetrar o sentido dessa atividade de Jesus e continuá-la. Jesus veio tirar a carga pesada que os sábios e inteligentes haviam criado para o povo. Em troca, ele traz novo modo de viver na justiça e na misericórdia: doravante, os pobres serão evangelizados e partirão para evangelizar.

5. Conclusão

Reviravolta de valores. Numa sociedade idolatra que só crê na força, no poder, na riqueza, nos sucessos de todo o tipo… Jesus revela-nos que Deus confia os seus segredos aos mais pequenos… aqueles que não aparecem nas primeiras páginas dos jornais… aqueles que não contam grande coisa… Uma vez mais, é a reviravolta dos valores e o convite a retificar os nossos julgamentos e os nossos comportamentos.

Fonte: Mons. Antonio Romulo Zagotto

FESTA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO


Introdução:

A festa de São Pedro e São Paulo, chamados colunas da Igreja, deve nos ajudar a refletir sobre a importância da instituição à qual pertencemos e o compromisso que devemos ter para com ela. Lembra também nossa fidelidade ao sucessor de Pedro, o Papa, colocado a serviço de toda a Igreja. Como Família de Deus, como Povo de Deus, a Igreja é sinal profético da presença do Reino entre nós. Olhando para os santos que hoje celebramos, percebemos que também nós devemos estar disponíveis para anunciar este Reino e se necessário dar até a nossa vida por ele. A celebração de hoje é também uma oportunidade para sentir se estamos em sintonia com a nossa Igreja Diocesana, com o seu projeto pastoral, com o seu jeito de vida em Comunidades, com a sua opção pelos pobres,...

I Leitura: At 12, 1-11 – Liberdade, liberdade...

Pedro está preso. A Igreja reza pela sua libertação. Deus intervém. As lições são muito claras: Deus, como outrora liberta o seu povo da escravidão do Egito, liberta agora o seu novo povo da opressão dos inimigos. A ação milagrosa remete a á ressurreição de Jesus, que é libertado do túmulo. Não é mais tempo de escravidão, de morte, de prisão. O tempo agora é de liberdade.

II Leitura: 2Tm 4, 6-8.17-18 – Deus é meu libertador!

Paulo está no fim de sua vida. Se sento só. Muitos o abandonaram. Faz uma retrospectiva: lutas, perseguições, firmeza na fé... Se as pessoas o abandonaram Deus permanece com ele. Isto o anima e o incentiva: O Senhor ficou comigo e me deu forças... Isto o encorajou a enfrentar todas as dificuldades. Não trabalhamos para Deus, para a Igreja , para a Comunidade para receber aplausos e recompensas materiais. Nossa recompensa é Deus.

Evangelho: Mt 16, 13-19 – Pedro = Pedra

Jesus chama Pedro de pedra. Pedro chama Jesus de Messias. Pedro não aceita a cruz de Jesus. Jesus chama Pedro de tentação, pedra de tropeço. E é nesta oportunidade que Jesus fundamenta sua Igreja. Na fragilidade humana de Pedro e na sua impetuosidade. A partir deste momento, Jesus toma o rumo de Jerusalém, onde sabe que vai ser preso, torturado e morto. A sua Igreja deve trilhar o mesmo caminho.

Reflexão.

1. Que ação concreta assumimos para libertar os oprimidos, excluídos, injustiçados?

2. Trabalhamos para Deus e para a Comunidade para receber recompensas materiais?

3. Como somos Igreja hoje?

Dinâmica:

Depois do Evangelho, entrar com um quadro do papa e cantar o Hino a São Pedro.

1. Nas águas da Galiléia/ Quando eras pescador / Para o serviço te chama/ Teu Jesus, mestre e Senhor.

(Refrão)

São Pedro Apóstolo,/ Oh! Santo e glorioso padroeiro,/ Dos céus muitas bênçãos,

Prá Diocese de Cachoeiro (bis)

2. Dizendo O desconhecer / Traíste o teu Senhor/ Mas por três vezes declaras/Ao Cristo todo o amor

3. És nosso padroeiro/ Faz-nos dizer com amor/ “Só tu é que tens palavras/ De vida eterna, Senhor.”

4. És pedra Simão Pedro/ Como base da Igreja/ Ajuda-nos aqui na terra/ E lá do céu nos proteja





22/06/2011

13º DOMINGO DO TEMPO COMUM (30.06. 02)


1. Introdução.

A celebração de hoje nos ajuda a entender a necessidade de tomar consciência que um dos grandes pecados da sociedade hoje é o TER. Vivemos numa sociedade que não partilha, não é solidária, não acolhe... Cada vez mais individualista e subjetivista, a sociedade empobrece, exclui e mata as pessoas. O que conta é o que tenho, a minha pessoa, o meu bem-estar... Não olho para as necessidades do outro, não me importo com o meu vizinho, não vivo a solidariedade e a partilha. A Palavra nos mostra a necessidade de acolher, de viver a radicalidade do nosso batismo e o corte radical daquilo que nos prende aos bens, mesmo os laços de parentesco... Parece radical demais, mas o projeto do Reino exige radicalidade: é tomar a cruz! O convite não é brincadeira. É algo sério e comprometedor.

2. Primeira Leitura: 2Rs 4, 8-11.14-16a – Repartir para receber...

Eliseu é acolhido pela rica viúva, estéril. Dá a ele um abrigo. Deus retribui o gesto com a fecundidade. Recorda-nos a promessa cumprida em Abraão, em Isabel, em Maria... Quem é generoso para com o projeto de Deus é recompensado com a Vida. Não devemos buscar bens materiais e abundância, fora de Deus. É dele que vem a vida, os bens, a recompensa.

3. Segunda Leitura: Rm 6, 3-4.8-11 – Vida nova, jeito novo

Depois do batismo o cristão passa a ter um comportamento diferente: os valores que antes eram valores já não são mais. Já não mais o pecado, mas a graça, não mais a morte mas a vida. E vida supõe partilha, acolhimento, solidariedade. Deve assumir um jeito novo de viver, diferente daquele que a sociedade nos apresenta.

4. Evangelho: Mt 10, 37-42 – Radicalidade do Evangelho

O texto nos assusta. Mas o Evangelho não é brincadeira! O refrão não é digno de mim deixa claro que a nossa opção é pelo Reino e não pelos bens materiais. A cruz é uma proposta séria, pois Jesus mesmo a assumiu. E é nos pequenos gestos: acolhida, copo d’água, que a radicalidade do Evangelho é colocado em prática. Uma solidariedade com os que têm a coragem de anunciar e denunciar. Quantos estão sendo pisoteados, excluídos, marginalizados e precisam ser acolhidos...


5. Reflexão.

1.Estamos exercitando nossa pastoral de acolhida?

2. Nosso batismo muda nosso jeito de ser?

3. Vivemos a radicalidade do Evangelho?

6. Dinâmica:

Se não houver, criar a Pastoral da acolhida na Comunidade. Não só que acolhe as pessoas na porta da igreja, mas que acolhe os que se mudam para a Comunidade, acolhe os mais necessitados, acolhe os mendigos que transitam pelas nossas estradas.



Fonte: Mons. Antônio Romulo Zagotto

CORPUS CHRISTI

1. Introdução:

A instituição da Eucaristia já celebrada na Quinta-feira Santa é hoje celebrada com honra e alegria, que não poderia se manifestar naquele dia, pois estávamos na Semana Santa, às vésperas da Comemoração da Morte-ressurreição do Senhor. Esta festa, na quinta-feira depois da solenidade da Santíssima Trindade, começou a ser celebrada em 1214. A procissão, depois da celebração, percorrendo as diversas ruas de nossa Comunidade, foi introduzida aos poucos. Tem-se notícia dela, em Roma, desde 1350. A Eucaristia é o centro e o fundamento de nossa vida cristã. “Ele está no meio de nós!”, dizemos tantas vezes em nossas celebrações! Ele se faz comida e bebida para sermos também comida e bebida para todos.


2. Primeira Leitura: Dt 8,2-3.14b-16a - Deus alimenta seu povo

Deus liberta, guia e alimenta seu povo no deserto. Quer que todos cheguem à Terra Prometida e tenham vida. Mas é preciso ser fiel a esta escolha e a esta aliança. O maná, figura da Eucaristia, e as provações do deserto, mostram que devemos aprender as lições da vida e viver a proposta de Deus em nossas vidas. Não basta comungar. É preciso assumir compromisso.


3. Segunda Leitura: 1Cor 10,16-17 - Comungar Jesus, comungar o irmão.

A comunhão com o corpo e o sangue de Cristo na Eucaristia é também comunhão com a Comunidade. Celebrar só não basta! É preciso traduzir nossas celebrações em ações transformadoras! Fé e Vida! Se faltar uma dessas dimensões em nossa Comunidade, nossas celebrações estarão incompletas!

4. Evangelho: Jo 6,51-58 - Pão que sustenta

O texto nos ensina a viver a Eucaristia como recepção de Jesus, que dá a vida verdadeira, por sua presença entre nós (carne) e pela sua morte-ressureição (sangue). A Eucaristia é o sacramento que nos une a este projeto de vida e de morte-ressurreição, nos comprometendo a dar também nossa vida para os outros


5. Reflexão.

1. Estamos assumindo compromissos libertadores?

2. Como, na prática, estamos vivendo Fé e Vida?

3. Como são nossas celebrações?


6. Dinâmica:

Fazer uma bela procissão, se possível com tapetes confeccionados pela Comunidade.