16/08/2011

21º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Introdução:
No dia 1º de Novembro de 1950, Pio XII declarou, como verdade infalível de nossa fé, que Maria “a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celeste”. Celebramos hoje esta festa, que declara Maria já assumindo a condição de resgatada para junto de Deus, como seu Filho. As correntes de pensamento que se dividem entre a sua possível morte ou a sua simples arrebatação, já na velhice, sem experimentar as sombras da morte não são contempladas pela declaração papal. Para a Igreja importa é que Maria já está junto de Deus, destino que cada um de nós deve procurar, assumindo o que Maria assumiu aqui, enquanto personagem de nossa história: o projeto de Deus, se colocando totalmente disponível a Ele. Para Maria, Assunção significa o definitivo reencontro entre a Mãe e o Filho. Para nós, significa a concretização do nosso próprio destino futuro.

Primeira Leitura: Ap 11, 19 a; 12, 1-6 a. 12ab – Vencer os dragões de ontem e de hoje...
A figura da mulher é a figura da vida. A figura do dragão é a figura da morte. A mulher, para o redator, sem dúvida é a Igreja que vence as tribulações e perseguições de seu início. O dragão, sem dúvida, é sinal de todos os desafios que queriam impedir o avanço do Reino. A tradição junta à figura desta mulher a pessoa de Maria, que vence o dragão e assume o projeto de Deus. Nós hoje somos chamados a enfrentar os desafios e assumir o Reino, para também alcançar o que Maria alcançou.

Segunda Leitura: 1 Cor 15, 20-27 – Ressuscitada com o Ressuscitado!
São Paulo discorre sobre a ressurreição de um modo apaixonado. Prova que pela morte vem a vida. Uma transformação gloriosa, descrita por Paulo, de uma maneira não científica, mas que entra na dimensão da fé: um corpo glorioso, semelhante ao corpo do Ressuscitado. Maria antecipa esta transformação é já está glorificada junto de seu Filho, no céu. Um aceno para todos nós nos chamando a participar também desta glorificação!

Evangelho: Lc 1, 39-56 – Cantar as belezas da vida...
O cântico de Maria é o cantar das maravilhas que Deus realizou, realiza e vai realizar. O mistério da presença de Deus na nossa história traz a segurança de que não estamos sozinhos. Caminhar com Ele é ter certeza que os excluídos, os fracos, os famintos terão vez e voz. A jovem que cantou estas maravilhas concretiza este sonho de todos nós é já recebeu a recompensa definitiva: já está junto de Deus em corpo e alma.

Reflexão.
1. Como enfrentamos os desafios e contravalores que querem destruir o Reino?
2. Já procuramos viver uma vida de ressuscitados?
3. A Assunção de Maria tem que significado para nós?

Dinâmica:

Enquanto se proclama o Evangelho, entrar com uma imagem de Maria, com flores, velas, bandeirinhas.


Fonte: Mons. Antonio Romulo Zagotto


09/08/2011

20º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Introdução:

Antigamente se pensava o mundo dividido entre duas partes: de um lado o povo de Deus, povo da promessa, da aliança, protegido por Deus; do outro lado, os outros. Os que não conheciam a Deus (pagãos) e os que não participavam da vida do povo de Deus (estrangeiros). Em alguns momentos do AT, principalmente nos profetas, se pensa em Deus que quer a salvação de todos. Logo no seu início, a Igreja teve dificuldades para entender a salvação para todos. As nossas relações ainda estão marcadas pelas barreiras de raça, cor, riqueza, cultura, religião... Mas Deus não exclui ninguém. E se nós ousássemos fazê-lo, estaríamos pervertendo o direito e a justiça de Deus (I leitura). A fé não depende de raças, fronteiras ou culturas. Quem está aberto à fé em Jesus Messias constitui família com todos os que crêem em todas as partes do mundo (evangelho). Mesmo aqueles que não aceitam Jesus como o Messias não foram abandonados por Deus, que é misericordioso para com todos (II leitura).

Primeira Leitura: Is 56,1.6-7 – Fim do exclusivismo.

Isaías promete uma “casa de oração”; um local onde todos os povos e todas as pessoas se encontrarão na fraternidade e com Deus. Deus não está ligado a uma terra, a uma nação. Todos, desde que aceitem viver o direito e a justiça, fazem parte do povo de Deus. A salvação não se destina apenas a Israel: destina-se a todos os homens e mulheres que aceitarem o convite para integrar a comunidade do Povo de Deus.

Segunda Leitura: - Rm 11,13-15;29-32 – Salvação para todos

Mesmo reconhecendo que a salvação divina é para todos os povos, Paulo não deixa de perseguir um de seus objetivos apostólico: conduzir o povo da Aliança a Jesus Cristo. A segunda leitura sugere que a misericórdia de Deus se derrama sobre todos os seus filhos, mesmo sobre aqueles que, como Israel, rejeitam as suas propostas. Deus respeita sempre as opções dos homens; mas não desiste de propor, em todos os momentos e a todos os seus filhos, oportunidades novas de acolher essa salvação que ele quer oferecer..

Evangelho: Mt 16 13-20 – Enfrentando Jesus!

A mulher pagã entende que Jesus vem realizar um projeto concreto: constituir o povo de Deus. Reconhecendo isto, ela e sua filha participam deste projeto. Jesus, depois de constatar como os fariseus e os doutores da Lei recusam a sua proposta do Reino, entra numa região pagã e demonstra como os pagãos são dignos de acolher o dom de Deus. Face à grandeza da fé da mulher cananéia, Jesus oferece-lhe essa salvação que Deus prometeu derramar sobre todos os homens e mulheres, sem exceção.

Reflexão.

1. Entendemos que é preciso acolher a todos?

2. Acolhemos as oportunidades de Deus?

3. Diante de tantas exclusões, como agimos?

4. Dia dos pais...

5. Abertura da Semana Nacional da Família...

Dinâmica:

Representar as diversas exclusões, no Ato Penitencial, e pedir perdão por elas...

Fonte: Mons. Antonio Romulo Zagotto



05/08/2011

19º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Introdução:

A celebração de hoje nos ajuda a perceber como grandes figuras como Elias, Paulo e Pedro experimentaram a presença de Deus nas suas vidas de profeta, de apóstolo e de discípulo de Jesus. Nas nossas vidas muitas vezes encontramos situações em que sentimos mais a presença de Deus. Precisamos dar valor a estes momentos, pois podem ser momentos decisivos para a nossa vida. Santo Agostinho dizia: “Temo o Senhor que passa e talvez não volte nunca mais”! Por isso sejamos atentos ao modo de Deus entrar na vida do profeta Elias, na vida do apóstolo Paulo e na vida dos discípulos de Jesus, entre eles, Pedro. O convite que o Senhor faz a cada um de nós é que não tenhamos medo, não nos isolemos desanimados... Tenhamos coragem para enfrentar os desafios. A sua Palavra e a Eucaristia são nossa força!

Primeira Leitura: 1 Rs 19, 9 a 11-13 a – Não dá para fugir!

O profeta Elias foge diante das ameaças de morte. Deus entra em cena e o encoraja a voltar para reconstruir a sociedade nos moldes propostos por Deus: na justiça e na fraternidade. Elias se dirige ao monte da aliança e lá tem um encontro particular com Deus, que lhe dá uma nova missão. Também nós devemos fazer esta experiência de um encontro com Deus e assumir com coragem o que Ele aponta como tarefa para nós..

Segunda Leitura: Rm 9, 1-5 – Missão apostólica.

São Paulo é rejeitado pelos judeus. Sente uma imensa tristeza pela incredulidade deles. O amor do apóstolo é tanto que estaria disposto a passar por situações as mais difíceis, em favor deles. Ser até separado de Cristo! É claro que a interpretação não passa pela simples lógica, mas pelo valor de ver o outro inserido na graça. Só quem ama tem gestos extremos como este. Cristo enfrenta até a morte por nós. Como seguidores dele devemos também assumir gestos concretos para salvar o irmão!

Evangelho: Mt 14, 22-33 – Ter fé!

Pedro, figura da Comunidade, no momento das grandes crises, duvida da presença de Jesus e pede um sinal, um milagre. E mesmo vendo sinais, continua com medo. É preciso pedir socorro. Jesus atende ao pedido da Comunidade, mas deixa claro que ela precisa crescer na fé. As águas agitadas, os desafios não podem nos intimidar. Como disse a Pedro, “Venha!”, diz também a cada um de nós, “Venham!”. Qual a nossa resposta?

Reflexão.

1. Temos coragem de tomar o caminho de volta para reconstruir uma nova sociedade?

2. Como apóstolos assumir gestos corajosos para levar a fé a nossos irmãos?

3. Como enfrentamos os desafios? Com medo? Com coragem? Como respondemos ao apelo de Jesus?

4. Lembrar o dia do Padre...
Dinâmica:

Fazer aqui o Ato penitencial, com pessoas deitadas e que são socorridas e levantadas por três pessoas caracterizadas de Elias, de Paulo e de Jesus.


Fonte: Mons. Antonio Romulo Zagotto



29/07/2011

18º DOMINGO DO TEMPO COMUM

1. Introdução:

Somos convidados a um banquete! Cada vez que nos reunimos para celebrar, celebramos a festa daqueles que ouviram o chamado do Senhor e se dispõem a assumir a gratuidade dos dons de Deus: sacia nossa sede, mata nossa fome, cria novas condições de vida, convida para a volta... Viver a celebração na Comunidade já é concretizar a utopia de uma sociedade onde não haverá mais fome, mais exclusão, mais violência, mais morte. Os sofrimentos serão superados, pois teremos a certeza que nada pode nos separar do amor de Cristo. Mas não basta viver esta realidade só no momento da celebração: é preciso fazer com que tudo o que celebramos se torne realidade também no nosso dia-a-dia... O banquete, o alimento para todos, a certeza de que o Senhor está conosco, apesar de tudo, devem nos incentivar a enfrentar as barreiras e os desafios.

2. Primeira Leitura: Is 55,1-3 – Felizes os convidados...

O profeta faz um convite para os exilados: voltem para casa. Muitos não acolhem este convite, pois já se dão por satisfeitos com aquilo que têm no exílio. Os poucos que voltam descobrem que a realidade material prometida não se concretiza, mas a realização plena virá depois. O que justifica a participação no banquete é ter fome e sede e não a posição social, o ter dinheiro. Deus não olha as posses das pessoas, mas sim as suas necessidades.

3. Segunda Leitura: Rm 8, 35.37- 39 – Apesar de tudo, Deus continua firme.

São Paulo enumera as dificuldades e os desafios pelos quais passou: a tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada. São desafios pessoais e de fora. Muitas vezes nos desesperamos e nos afastamos de Deus, devido aos desafios. Para Paulo, “nada pode nos separar do amor de Cristo”! Não podemos desanimar, pois apesar de tudo, Deus está conosco: “Ele está no meio de nós!”.

4. Evangelho: Mt 14, 13-21 – O Banquete do Reino.!

No deserto, Jesus tem compaixão do povo. Os discípulos pensam na solução material: não têm dinheiro! Jesus pensa na solução do Reino: partilha e gratuidade! São sinais de um novo modo de vida e de anúncio do reino. Quando Jesus pede aos discípulos que distribuam o alimento, pede a cada um de nós que sejamos continuadores de sua missão. Não basta comungar, é preciso construir uma sociedade onde não haja mais fome e exclusão


5. Reflexão.

1. Nossos valores são os valores do Reino?

2. Carregamos dentro de nós a certeza de que, apesar das dificuldades, Deus caminha conosco?

3. Estamos tentando construir uma sociedade de acordo com o sonho de Jesus?


6. Dinâmica:

Cestas com pães para serem distribuídos no final da celebração.


Fonte - Mons. Romulo



19/07/2011

17º DOMINGO DO TEMPO COMUM

1. Introdução.

Diante de tantos desmandos de nossas autoridades, da corrupção, do desvio dos bens públicos, da imoralidade e subserviência, nos perguntamos se existe sabedoria naqueles que nos governam. Devido ao desgoverno, o povo de Deus enveredou muitas vezes por caminhos errados, traindo a Aliança. Este era o grande pecado dos reis: atrair o povo para caminhos que contrariavam a Lei. Não se deve pedir favores pessoais, mas a sabedoria. Salomão entendeu que não governava para si, mas para o povo. O cristão batizado deve entender que a verdadeira sabedoria é acolher o Filho, já que fomos criados a imagem e semelhança de Deus. E no Evangelho se aprende que sábio é quem faz opção pelos valores do Reino. A celebração de hoje deve nos ajudar a pedir sabedoria para quem nos governa e sabedoria para nós, para fazermos a opção acertada.

2. Primeira Leitura: 1Rs 3, 5.7-12 – Dai-nos Sabedoria!

O sonho de Salomão mostra que o que o povo quer são governantes que governem para o povo e não para si. Salomão não pede para si, mas para ser um bom governante. A verdadeira sabedoria é aquela que é capaz de discernir e realizar a justiça. Se isto não acontecia, os profetas levantavam sua voz e denunciavam os desmandos.

3. Segunda Leitura: Rm 8, 28-30 – Imagem e semelhança de Deus.

O projeto de Deus é claro. Quer salvar a todos. Mas o homem é livre: pode ou não aceitar este projeto. Sábio é aquele que assume o projeto de Deus, acolhendo a vida e a salvação e rejeitando a morte e a condenação.

4. Evangelho: Mt 13, 44-52 – O Reinado de Deus.

Mais três parábolas sobre o Reino. As duas primeiras mostram a preciosidade do Reino. É preciso deixar tudo para aderir a este projeto. A terceira retoma as lições da parábola do joio: é preciso ter paciência. Sábio é aquele que é capaz de entender e viver tudo isso. São coisas renovadas e que tomam novo sentido

5. Reflexão.

1. Pedimos sabedoria para nós e para quem nos governa?

2. Estamos acolhendo o projeto de Deus, acolhendo vida e salvação ou o outro projeto, de morte e perdição?

3. Os valores do reino são verdadeiros valores para nós ou os trocamos por valores materiais?

6. Dinâmica:

Apresentar os valores da Sociedade (ter, poder, prazer) que vão contra os valores do Reino (justiça, solidariedade, partilha, amor, serviço) em cartazes com figuras que simbolizem estes valores.

Mons. Romulo

12/07/2011

16º DOMINGO DO TEMPO COMUM

1. Introdução:
Muitas vezes desanimamos vendo o mal vencer. Alguns gostariam de fazer justiça com as próprias mãos, resolvendo de vez as injustiças, as desigualdades, os desmandos. Mas Deus fala para nós: “Tenham paciência”... O confronto definitivo vai acontecer e então sim vai haver a separação e o bem sairá vencedor! O próprio Deus é paciente e misericordioso. O que seria de nós se Ele de imediato nos julgasse e condenasse. Quantos sobrariam? Nesta paciência histórica, devemos pedir ao Espírito Santo que nos ajude a enfrentar as dificuldades e ter a necessária paciência. O reino é como uma pequenina semente, que vai crescendo lentamente. É como o fermento que leveda toda a massa e a gente nem vê! Paciência, muita paciência!

2. Segunda Leitura: Sb 12, 13.16-19 – Deus misericórdia.

Deus não sai aniquilando as pessoas sem mais nem menos. Ele é paciente até com os inimigos. Esta é a grande lição que o povo deve aprender: amar as pessoas, ter esperança, ter paciência para dar tempo para que o outro se converta...

3. Segunda Leitura: Rm 8, 26-27 – O Espírito nos aponta o caminho.

Diante das dificuldades, dos desafios, ficamos desorientados e perdidos. Não sabemos como agir e para onde ir. Mas o Espírito Santo nos orienta e nos dirige para que possamos assumir o rumo certo e agir conforme a vontade de Deus. Não estamos sozinhos! O Espírito Santo caminha conosco e nos dá a segurança necessária.

4. Evangelho: Mt 13, 24-43 - Reino de Deus.

Três parábolas sobre o Reino e explicação de uma delas, dão corpo ao texto de hoje. A história do joio e do trigo nos ajuda a ter paciência e não querer fazer justiça com as próprias mãos. A da semente de mostarda e a do fermento mostram que o Reino acontece apesar de nossa presença. A tensão constante entre o bem e o mal faz parte da nossa história. Cabe a cada um de nós saber conviver com ela e ter a esperança que o bem vai vencer!

5. Reflexão.

1. Aprendemos as lições que Deus nos ensina: amor, esperança, paciência?

2. Deixamos nos conduzir pelo Espírito Santo ou pelos nossos impulsos?

3. Somos fortes o suficiente para dar tempo ao tempo?

6. Dinâmica:

Fazer aqui o Ato penitencial, pedindo perdão pelas nossas impaciências, pelo nosso desamor, pela falta de esperança.


Fonte: Mons. Romulo

06/07/2011

15º DOMINGO DO TEMPO COMUM

1. Introdução:

O tema da nossa celebração é a Palavra. Não uma palavra humana, mas a Palavra de Deus. Esta mesma Palavra que se encarna, que é anunciada, que deve ser ouvida e vivida. Cada um de nós deve cuidar para que esta Palavra continue sendo anunciada e ressoe a cada geração como Palavra de salvação. Não podemos pensar que só os padres e bispos que são os encarregados de anunciar a Palavra. Todos nós, recebemos no nosso Batismo, o ministério profético, com a autoridade de anunciar e denunciar. Lançar a semente, não importa o terreno! Anunciar o reino, não importa quem acolhe! Neste final de milênio a Igreja faz um apelo para que com novo ardor, novo entusiasmo, anunciemos a verdade que é Jesus. Ele é a Palavra verdadeira. Que a nossa celebração nos comprometa com o anuncio...
2. Primeira Leitura: Is 55, 10-11 – É como a chuva que lava, é como o fogo que abrasa...

O profeta vê na Palavra que vem de Deus algo igual à chuva que vem do céu. A chuva fecunda a semente e transforma o deserto em lugar fértil e verde. Assim é a Palavra: vai realizar o projeto libertador de Deus, fecundando, dando vida, transformando... A continuação do texto fala em libertação e paz!

3. Terceira Leitura: Rm 8, 18-23 – Semente que brota.

Paulo compara a criação com algo que vai explodir em vida. Parece com a semente que tem a vida dentro de si, esperando a chuva para germinar. Fala que dentro do coração da criação está a esperança. Ela vai nascer, vai crescer, vai se libertar! Não estamos destinados à morte mas à vida! Como um parto, como o romper da casca, como o germinar, nascemos para a vida, para a liberdade de filhos de Deus!


4. Evangelho: Mt 13, 1-23 – A Palavra é a Semente.

As atitudes que não podemos assumir diante da Palavra são claras e explicadas pelo próprio Jesus: não deixar que ela seja roubada, i. é, guardá-la com todo cuidado; não ser “só do momento”, como diz o povo “fogo de palha”; não deixá-la sufocar pelo ter, prazer, poder, pelo materialismo que mata a Palavra. Devemos ser terra boa, que produza muitos frutos. Anunciar a Palavra sem medo. Fazê-la frutificar.

5. Reflexão.

1.Somos anunciadores de um tempo novo, de vida nova?

2. Temos esperança de um tempo novo, que devemos fazer acontecer?

3. Que tipo de terreno somos?


6. Dinâmica:

Distribuir sementes, na chegada das pessoas ou no final da celebração.



Mons. Antonio Romulo Zagotto