05/02/2014

FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR.


 

02 de Fevereiro.
 

  1. Introdução.

A festa de hoje nos faz voltar ao Natal do Senhor. José, Maria e o Menino estão de novo diante de nós. Agora para cumprir um ritual judaico. Prescrito para a purificação da mãe (Lv 12, 1-8) e para a apresentação do primogênito no Templo (Ex 13,1-2. 11-16). Mas o conteúdo é mais do que um ritual. Jesus de fato inicia sua oferta gradual que vai se concretizar na cruz. Dom total. Para salvar a humanidade. Ele vem como “luz para iluminar as nações”. (Lc 2, 32). E quer que nós também sejamos luz.

 

  1. Primeira Leitura - (Ml 3, 1-4).

A promessa do profeta será a intervenção de Deus na história da humanidade. Será o mesmo Deus que vai intervir para que a justiça aconteça. No contexto da festa de hoje se fala de oferta. É o grande Dom que é oferecido: o próprio Jesus.

 

  1. Segunda Leitura – (Hb 2, 14-18).

A Carta aos Hebreus evidencia que Jesus é o único sacerdote e mediador entre Deus e os homens. O ofertório de mediação se dá na cruz. Mas cada gesto de Jesus é um gesto redentor. Desde a sua concepção até à sua morte/ressurreição.

 Evangelho – (Lc 2, 22-40) – “Meus olhos viram a tua salvação.” (Lc 2, 30).

a)               Lc 2, 22- 24 – contextualização – purificação e apresentação.

b)               Lc 2, 25-35 – Simeão – luz.

c)               Lc 2, 36-38 – Ana – apóstola.

d)               Lc 2, 39-40 – volta p/ a Galiléia (Nazaré) – Menino crescia...

 Conclusão.

1.               A festa que celebramos exige de nós uma profissão de fé em Jesus – Ele é o nosso salvador. No Templo somente dois idosos reconhecem Jesus.

2.               É uma festa da LUZ – cuidado com a chama. Jesus LUZ do mundo: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida.” (Jo 8,12). Nós também somos LUZ: “Vocês são a luz do mundo.” (Mt 5,14). Lembrar o Ritual do Batismo.

3.               Nossa missão: iluminar as trevas deste mundo.

 Pe. Antonio Romulo Zagotto

11/12/2013

3º DOMINGO DO ADVENTO


 
Introdução:

Já estamos próximos ao Natal. A Igreja usa a cor rósea nos paramentos, para demonstrar a alegria desta proximidade. Os textos da Celebração falam de alegria, de esperança, do Reino se aproximando. A Comunidade reunida retrata esta realidade: festejamos, cantamos, nos alegramos com a Palavra e com o Alimento repartidos. Tudo isto é compromisso para que o nosso Natal não seja apenas de uma alegria externa, mas da alegria que vem de Deus. Não um Natal de comércio, mas da comemoração da presença de Deus entre nós.

 

I Leitura: Is 35, 1-6a.10 - Alegria, pois o tempo é novo!

Isaías lembra ao povo que depois do exílio algo novo vai acontecer. A libertação será completa. É preciso enfrentar o caminho de volta. Não mais escravidão, não mais doença, não mais tristeza. A descrição deste tempo messiânico, de uma nova criação, se concretiza plenamente em Jesus.

 

II Leitura: Tg 5, 7-10 - Espera paciente.

Tiago exorta a Comunidade a ficar firme. A paciência do homem da roça, que espera a chuva, que espera o grão brotar, que espera a fruta amadurecer. Esperar contra toda esperança. O mundo vai ser mudado, mas sem a pressa da violência, da raiva contra o outro...

 

Evangelho: Mt 11, 2-11 - Nossa esperança é Jesus.

Diante da pergunta do Batista, Jesus mostra o que está acontecendo. É um tempo novo. Realizam-se as profecias e a presença do Reino se concretiza.

 

Reflexão.

1. Estamos sendo instrumentos de uma nova criação? Fazemos as pessoas enxergar, escutar, andar e ouvir?  Estamos acomodados verdade?

2. Quando tentamos nos organizar: partido político, sindicato, Associação de Moradores, estamos sendo politiqueiros ou cristãos firmes na esperança?

3. Estamos vivendo de verdade um novo tempo, na alegria nos preparando para o Natal?

4. Campanha para a Evangelização - Coleta

 

Dinâmicas:

a) Entrar com a terceira vela do Advento, durante a profissão de fé.

b) Montar a terceira etapa do presépio.

c) Fazer agora o ato penitencial, tirando a venda dos olhos, tirando as mãos do ouvido, desamarrando os pés de alguém. Perdão pelas vezes que não queremos enxergar e deixar o outro enxergar, não queremos ouvir e não queremos deixar o outro ouvir, pelas vezes que ficamos acomodados...

 

 

26/11/2013

Iº DOMINGO DO ADVENTO


 
Introdução

Iniciamos com o Tempo do Advento um novo ano litúrgico. O Advento (a palavra provém obviamente do latim adventus e significa "chegada") tem dois aspectos que estão intimamente unidos. 1. É um tempo de preparação para as festas de Natal cujo conteúdo é a primeira vinda do Salvador Jesus Cristo na sua humanidade ("Tu do Pai desceste salvando todo o Povo"). 2. Advento é sempre também um tempo particularmente intenso da espera da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos (para que esperemos com plena confiança a vinda de nosso Salvador Jesus Cristo). O termo é utilizado pela Igreja Católica para designar as quatro semanas que antecedem o dia 25 de dezembro e que são utilizadas para a preparação do Natal, a festa do nascimento de Jesus Cristo. Nesse período, a liturgia procura ressaltar o espírito de conversão aos princípios evangélicos, a fé em Deus que nos criou e nos redimiu por amor e a esperança que se traduz em obras concretas pelo estabelecimento de uma sociedade justa e fraterna, prenúncio do Reino de Deus anunciado pelo Messias. O primeiro domingo do Advento marca o início do Ano Litúrgico, ou seja, do calendário oficial da Igreja Católica. O advento é um tempo especial para fazermos um questionamento sério sobre nossa vida pessoal e também sobre o mundo em que vivemos. É um momento privilegiado para averiguarmos se a semente de amor e justiça lançada por Jesus Cristo no coração dos homens está nascendo e frutificando.

 I Leitura: Is 2, 1-5 - Um novo tempo, um novo povo

                        Isaías lembra ao povo que no futuro todos se dirigirão para Jerusalém, para que participem da Aliança. As armas se transformarão em instrumentos de paz. O sentido político, da importância de Jerusalém, se transforma numa profecia, dando um sentido novo, para um novo tempo, para um novo povo.

 
II Leitura: Rm 13, 11-14a - A salvação é agora!

                        O cristão deve aproveitar este momento de Deus: - na vigilância;

                                                                                                    - na mortificação

                                                                                                    - construindo a paz.

O cristão não pode desperdiçar este tempo. Nunca se acomodar. Sem o fanatismo, com o medo de que o fim do mundo está próximo, mas também sem se misturar com as coisas do  mundo: bebedeiras, orgias, imoralidades, ...

Evangelho: Mt 24, 37-44 - Olhos e ouvidos bem abertos.

                        Jesus insiste na vigilância. O Evangelho esta cheio de alertas para que todos estejam atentos. Não sabemos o dia nem a hora! Existe uma íntima relação com o texto acima de Rm 13.

Reflexão.

1. Devemos estar preparados... Para que? Para um Natal cheio de poesia, emoção e sentimentalismo, ou para fazer a vida acontecer de verdade?

2. O que fazer neste tempo do Advento? A Novena do Natal, a participação nas celebrações, preparar um Natal especial em Comunidade, especialmente para os mais pobres...

3. Estamos vivendo de verdade um novo tempo, um novo povo, uma nova Comunidade? “Dias melhores virão...” Como fazer isto acontecer?

 Dinâmicas:

a) Entrar com a primeira vela do Advento, durante a profissão de fé.

b) Começar a montar o presépio ( por etapas = cada Domingo uma parte)

 

12/11/2013

FIRMES E FORTES! - XXXIIIº DOMINGO DO TEMPO COMUM


 
  1. Introdução.

“Anunciamos, Senhor a vossa morte, e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!”. Em todas as eucaristias nos encontramos com o Ressuscitado e corajosamente proclamamos a morte e a ressurreição do Senhor. Vivemos neste contexto: o já e o ainda não. Sem medo. Sabemos que um dia vamos nos encontrar definitivamente com Ele. Por isso não nos atemorizam os alarmistas. Ao chegarmos ao fim do ano litúrgico a Igreja nos prepara também para o fim dos tempos. As coisas deste mundo passam. Só Deus não é transitório. Ele é eterno. Quem fica com ele tem a garantia da eternidade.

 Vencedores. “Nascerá para vós o sol da justiça.”. (Ml 3, 20a).

O profeta Malaquias lembra que Deus não se esquece dos justos, isto é, daqueles que procuram levar adiante o projeto de Deus, fazendo-lhe a vontade. A vitória final caberá a eles, e não aos ímpios. Para os justos se levantará o sol da justiça e assim perceberão que eles são os verdadeiros vencedores. O refrão do salmo nos ajuda a rezar: O Senhor virá julgar a terra inteira; com justiça julgará. (Sl 97, 9).

 Aguardar trabalhando. “Quem não quer trabalhar, também não deve comer”. (2 Ts 3, 10).

Acho de fina ironia a frase de Paulo: “... muito ocupados em não fazer nada.”. (2 Ts 3, 11). Alguns cristãos de Tessalônica, pensando que o fim estava próximo, queriam só aguardar o fim. Não trabalhavam mais. Viviam à custa da Comunidade. São Paulo insiste na necessidade de se ficar atendo ao final dos tempos, mas também assumir as tarefas do dia-a-dia para se apresentar ao Senhor vigilantes.

 Firmes! “É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida”. (Lc 21, 19).

Três são as mensagens deste trecho. A primeira é a de que não podemos colocar nossa segurança nas coisas deste mundo. O Templo, referência religiosa, dava garantia ao judeu de que Deus estava ali. Mas Deus continua com seu povo com templo ou sem templo. A segurança não está no prédio de pedras, mas em Deus! A segunda mensagem e a de que as catástrofes anunciadas anunciam um mundo novo. Muitas vezes nos fixamos nas catástrofes e não percebemos que Deus vem criar “novos céus e nova Terra.” (2 Pd 3, 13; Ap 21, 1). A terceira mensagem é a de que Deus está conosco. Dar este testemunho de fé! Permanecer firmes.

Conclusão.

Fim de ano. Fim dos tempos. Tempo de fazer um balanço de nossas vidas para saber se estamos em sintonia com a proposta do Ressuscitado. Saber que Ele caminha conosco, nos dando segurança. Nada deve nos atemorizar. Os sinais dos tempos apontam para tempos novos. Nossa caminhada firme nos fará vencedores. Enquanto estamos aqui devemos dar o testemunho de firmeza. “Segura na mão de Deus e vai...”.

 
Fonte: Mons. Antonio Romulo Zagotto


 

 

 

 

 

05/11/2013

DEUS DOS VIVOS! - XXXIIº DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO C


 
Introdução

Falar de vida eterna para o mundo de hoje parece incongruência. Queremos a vida aqui. Realizar as coisas aqui. Ser feliz aqui... Vida depois da morte seria uma espécie de fuga desse mundo, sem se comprometer em mudanças.  Para o cristão Deus é o Deus da vida. A vida daqui e a vida de depois. Cremos na Ressurreição. Cristo é a nossa garantia de ressuscitados. A liturgia desses últimos dias nos ajudou a fazer essa reflexão: Finados, Todos os Santos...

Primeira Leitura - 2Mc 7, 1-2.9-14 - O Rei do Universo nos ressuscitará  para uma vida eterna.

É uma das páginas mais comoventes de toda a Bíblia, mostrando que o tempo de perseguição se torna ocasião de educar para o testemunho capaz de enfrentar até o sacrifício da própria vida. Aqui aparece, pela primeira vez e com clareza, a crença na ressurreição. A fé na ressurreição não é neutra: Deus ressuscita os justos para a vida; quanto aos injustos, não ressuscitarão: seu destino é a morte definitiva.

Segunda Leitura - 2Ts 2, 16-3,5 - O Senhor  vos confirme em toda boa ação e palavra.

A comunidade cristã não precisa temer o final dos tempos. Ao contrário, deve agradecer a Deus, pois, ouvindo o Evangelho, abraçando o compromisso da fé e abrindo-se para dar o testemunho de Jesus Cristo, ela já se encontra no caminho da salvação. O importante é continuar fiel à tradição apostólica e dar testemunho da fé através do anúncio e da prática do bem. Ao lado da prática da fé, a oração em favor dos evangelizadores exprime a solidariedade no testemunho e na difusão do Evangelho.

Evangelho - Lc 20, 27-38 - Deus não é o Deus dos mortos, mas dos vivos.

Há realmente ressurreição? Jesus desmoraliza os saduceus, apresentando o cerne das Escrituras: Deus é o Deus comprometido com a vida. Ele não criou ninguém para a morte, mas para a aliança consigo para sempre. A vida da ressurreição não pode ser imaginada como cópia do modo de vida deste mundo. Ressurreição não na base da ciência , mas na dimensão da fé.

Reflexão

1. Damos corajoso testemunho do Deus da vida?

2. Colocamos nossa esperança em Deus?

3. Cremos na ressurreição ou...?

 Dinâmica

Entrar com uma criança recém nascida, uma muda de planta e um jarro com água (significando a VIDA)

 

Fonte: Mons. Antonio Romulo Zagotto


 

30/10/2013

TODOS OS SANTOS.



  1. Introdução:

Na festa de hoje olhamos para os nossos irmãos e irmãs que já alcançaram a contemplação definitiva de Deus. Estão, como dizemos, no céu. Mas olhamos também para cada um de nós que deve constantemente buscar esta santidade. Os santos e santas de ontem são um apelo para que nós, os santos e santas de hoje demos um testemunho constante de vida de santidade. Deus é santo. E o apelo dele é justamente este: Sede santos, pois Eu sou santo (cf. Lv 11,45). Buscar a santidade não é algo de extraordinário, fazer milagres, produzir coisas fantásticas... Os grandes santos fizeram as coisas ordinárias de um modo extraordinário.  Deus nos torna filhos e filhas: já temos a vida dele em nós. Basta conservar esta vida da graça para sermos santos. Mas os desafios são inumeráveis: devemos enfrentar as perseguições, os dragões, as tentações... Mas temos as armas: a Palavra de Deus, a Eucaristia, os Sacramentos, a vida em Comunidade....

 

2. João viu o número... “Vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas.” (Ap 7, 9).

 A marca na fronte é o sinal da salvação e da pertença a Deus. O número 144.000 (12x12x1.000) é o número total e perfeito. A salvação está aberta a todos (todas as nações, tribos, raças e línguas) A veste branca lembra a pertença ao novo povo (batismo) e as palmas, o enfrentamento dos desafios.  Ser santo é pertencer aos assinalados, sem distinção de raça ou status e fazer parte dos que enfrentam os desafios para que o Reino aconteça.

 

  3. Filhos do Santo. “Veremos Deus tal qual Ele é.” (1Jo 3, 2).

Muitos de nós desconhecemos esta grande dignidade: somos filhos e filhas de Deus. O Batismo abre para nós esta porta e a partir daí devemos manter esta dignidade, custe o que custar. A semelhança plena se dará quando Cristo se manifestar na sua glória. Mas desde agora devemos viver esta dignidade. Não esperar ser santo depois...

 

  4. Bem-aventurados... “Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus.” (Mt 5, 12).

Os valores são totalmente invertidos. Só os santos entenderam a realidade das bem-aventuranças. Parece uma utopia dizer que bem-aventurados são os pobres, os perseguidos, os que choram, os que são puros... A sociedade hoje elege outros valores. Mas a verdadeira santidade está em buscar e em viver as bem-aventuranças. Isto custou a vida de Jesus e custou a vida de muitos santos e santas. Se quisermos ser santos e se quisermos um mundo novo devemos praticar as bem-aventuranças.

 

  5. Conclusão.

Devemos buscar a santidade, apesar dos desafios. Parece que falar em santidade hoje destoa dos projetos humanos. Mas esta é a nossa vocação. Conta-se que Madre Teresa de Calcutá foi interrogada por um repórter se ela não se importava em ser chamada de santa. E ela prontamente respondeu: “Não, não me importo, pois essa é a minha obrigação!”.  Viver diariamente o nosso Batismo, fonte de nossa vocação à santidade, vai nos impulsionar a viver a santidade. As Bem-aventuranças não podem ser apenas sonho, utopia. Devem ser realidade.

 

 

FINADOS: COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS



Introdução: A morte permanece para a humanidade como um mistério profundo. Mistério também cercado de respeito pelos que não crêem.  Para o cristão não é um fim do caminho, mas o começo. Este dia, marcado pelas orações, coloca diante de nós símbolos muito expressivos: a vela acesa recorda a ressurreição; as flores, todo o sentido da vida... Podemos fazer alguma coisa pelos mortos? A oração pelos defuntos é uma tradição da Igreja. De fato, subsiste no homem, também quando morre em estado de graça, muita imperfeição, muita coisa a ser mudada, purificada do antigo egoísmo! Tudo isso acontece na morte. Morrer significa morrer também ao mal. É o batismo de morte com Cristo, no qual encontra acabamento o batismo de água.  Esta morte vista pelo outro lado - assim crê a Igreja – pode ser uma purificação, a definitiva e total volta à luz de Deus. Quanto tempo durará? Isto está fora do nosso tempo. Não podemos determinar tempo nem lugar. Mas, partindo do nosso ponto de vista humano, há um tempo, durante o qual consideramos alguém como "morto" e o ajudamos com nossa oração. De quantos meses ou anos se trata, ninguém pode dizê-lo. O importante é crer na vida. E vida de ressuscitados.

 

Primeira Leitura: Jó 19, 1.23-27a – Ele está vivo!

Jó, embora mergulhado na dor, proclama sua esperança em Deus. Deus está ao seu lado e tem certeza, que na vida e na morte será seu defensor e vingador. A tradição vê  neste texto um ato de fé de Jó na ressurreição. Saber que o nosso Redentor está vivo deve nos impulsionar a viver buscando sempre a vida e ter a certeza que viveremos com Ele.  

 

Segunda Leitura: Rm 5, 5-11- Povo de ressuscitados...

A grande demonstração do amor de Deus é de ter dado a sua vida por nós quando ainda éramos pecadores. Devido a isso temos a esperança de que seremos salvos, pois já fomos reconciliados. A morte-ressurreição de Jesus é esta garantia: devemos caminhar em meio aos desafios, cheios de fé e esperança. Ele ressuscitou, nós vamos ressuscitar com Ele.

 

Evangelho: Jo 6, 37-40 – Ver e crer para ter vida.

Jesus é o que veio de Deus para dar a vida definitiva aos homens. Ele vai nos ressuscitar no último dia. A ressurreição é o centro de nossa fé. Paulo insiste que se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa fé. Mas não bastam teorias (só ver), é preciso crer (atitudes dinâmicas).

 

Reflexão.

1. Apesar dos desafios, mantemos viva a nossa fé na ressurreição?

2. Somos uma Comunidade viva, alegre, festiva?

3. Em que ou em quem depositamos nossa fé?

 

Dinâmica:

Um jovem caracterizado de Cristo ressuscitado distribui um papel onde está escrito: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim terá a vida eterna.” (Jo 11, 25-26)