28/02/2014

QUARTA-FEIRA DE CINZAS


 

Introdução:

                        Iniciamos hoje a nossa caminhada para a Páscoa do Senhor! Iniciamos também a Campanha da Fraternidade. Durante todo este tempo seremos chamados à conversão. A Igreja nos dará a oportunidade para o sacramento da Penitência, teremos oportunidade para assumir as obras que caracterizam este tempo: o jejum, a esmola e a oração... A Campanha da Fraternidade vai nos ajudar a refletir sobre um grave problema de nosso país: o tráfico humano. A Quaresma e a Campanha da Fraternidade são apelos de conversão. Devemos chegar à Páscoa com o coração preparado para também ressuscitar com Jesus. As cinzas que hoje recebemos são o sinal do nosso nada e do nosso propósito de mudança de vida.

 
 I Leitura: Jl 2,12-18 - Rasgar o coração.

Diante de uma terrível calamidade que varre o país, o profeta pede a participação de todos numa grande manifestação de penitência e jejum, para suplicar a Deus que afaste  a catástrofe. Deus, porém não quer um rito puramente exterior. A conversão, a mudança, deve ser do coração. Deus não desampara o seu povo arrependido e convencido da necessária conversão.

 II Leitura: 2Cor 5,20-6,2 - É agora o dia da salvação!

O apóstolo suplica aos cristãos que se reconciliem com Deus. Por meio de Jesus conseguiremos alcançar esta reconciliação. Este tempo, tempo de nossa história, é que é o tempo oportuno que temos para mudar de vida. Não vamos desperdiçá-lo. “Temo Deus que passa e que talvez não volte nunca mais” (Sto. Agostinho)

 Evangelho: Mt 6,1-6.16-18 - Esmola - Oração - Jejum

Os três gestos que devem caracterizar nossa caminhada quaresmal, não podem ser apenas práticas externas, para que os outros vejam. A esmola, gesto de partilha, é ir ao encontro do próximo, destruindo o egoísmo da posse. A oração é ir ao encontro com Deus, reconhecendo-o como criador, destruindo nossa auto-suficiência. Jejuar é ir ao interior de si mesmo, privando-se do necessário, para ser partilhado, destruindo o egocentrismo. Não precisamos de recompensas humanas, mas a recompensa do Pai.

 Reflexão.

1. A quaresma tem um significado de conversão? Quais os gestos concretos que vamos assumir para nos preparar para a Páscoa?

2. Comentar rapidamente sobre a Campanha da Fraternidade/2014.

            Tema: Fraternidade e tráfico humano

            Lema: É para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5, 1)

 Dinâmica:

O Rito da distribuição das cinzas.

 

 

 

18/02/2014

7º DOMINGO DO TEMPO COMUM


 
Introdução

Neste domingo, somos convidados, de novo a dar o "passo a mais", o "plus" para sermos cristãos. Viver um compromisso sério e radical. Não basta viver o "feijão-com-arroz" do nosso dia a dia. Devemos buscar a perfeição, a santidade. O que foi dito aos antigos, hoje deve ser assumido numa ótica de vivência mais profunda. Não podemos viver a superficialidade de ter a nossa consciência apaziguada do dever cumprido, da lei cumprida. Não basta cumprir o que está escrito na fria lei. Deus quer de nós algo mais! Assumir "a superação de uma religião feita de leis, de códigos, de ritos, de gestos externos e o viver em comunhão com Deus, de tal forma que a vida de Deus encha o coração do crente e transborde em gestos de amor para com os irmãos. O que é que define a minha atitude religiosa: o cumprimento dos ritos, a letra da lei, ou a comunhão com Deus que enche o meu coração de vida nova e que depois se expressa em atitudes de amor radical para com os irmãos?"

Primeira Leitura: Lv 19, 1-2.17-18

A primeira leitura que nos é proposta apresenta um apelo veemente à santidade: viver na comunhão com o Deus santo, exige o ser santo: "Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo."(v 2)  Na perspectiva do autor do nosso texto, a santidade passa também pelo amor ao próximo. A caridade para com o próximo reflete em nós a santidade de Deus

 Segunda Leitura: 1Cor 3, 16-23

Na segunda leitura, Paulo convida os cristãos de Corinto – e os cristãos de todos os tempos e lugares – a serem o lugar onde Deus reside e Se revela aos homens. Para que isso aconteça, eles devem renunciar definitivamente à “sabedoria do mundo” e devem optar pela “sabedoria de Deus” (que é dom da vida, amor gratuito e total).

 

Evangelho: Mt 5, 38-48

No Evangelho, Jesus continua a propor aos discípulos, de forma muito concreta, a sua Lei da santidade (no contexto do “sermão da montanha”). Hoje, Ele pede aos seus que aceitem inverter a lógica da violência e do ódio, pois esse “caminho” só gera egoísmo, sofrimento e morte; e pede-lhes, também, o amor que não marginaliza nem discrimina ninguém (nem mesmo os inimigos). É nesse caminho de santidade que se constrói o “Reino”.

 

Reflexão:

1. Estou buscando a santidade ?

2. Que sabedoria busco? a do mundo? a de Deus?

3. Estou vivendo, de modo concreto a Lei do Amor?

 

Dinâmica;

Entrar com uma cruz, depois da homilia, com o crucificado, com um cartaz: "DEUS AMA ASSIM!" - COMO EU AMO?

 Fonte: Mons. Antônio Romulo Zagotto

11/02/2014

6º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Introdução:

                        Muita gente pensa que os fatos acontecem porque Deus quer assim! “Essa é a vontade de Deus” repetimos muitas vezes para consolar alguém que perdeu um ente querido. Mas isto não é verdade! É preciso ter a verdadeira sabedoria para perceber o dinamismo da história. E necessário lutar pela vida, pelos valores que privilegiam a vida. A celebração que nos reúne deve nos ajudar a ajustar nosso modo de pensar e agir ao modo de pensar e agir de Jesus. Vamos sair daqui fortalecidos pela sua palavra e pelo seu alimento, para sermos construtores de uma sociedade que acolhe estes novos valores

 

 I Leitura: Eclo 15,16,21 - Liberdade, liberdade!

O livro do Eclesiástico tem como centro a Sabedoria na observância da Lei. O texto de hoje nos ajuda a perceber que Deus dá a cada um de nós a liberdade para agir. Ele criou a humanidade livre e isto demonstra a grandeza de Deus e a grandeza do Homem. Erros e acertos são de nossa responsabilidade. Devemos rever nossa caminhada à luz do projeto de Deus para acertar sempre.

 

II Leitura: 1Cor 2,6-10 - A verdadeira sabedoria.

O apóstolo insiste que a verdadeira sabedoria é perceber que Deus salva o mundo através de Jesus Cristo. Só o Espírito pode revelar esta grande verdade. Quem confia em sua própria capacidade, quem pretende aceitar apenas os projetos humanos, jamais vai chegar ao conhecimento da verdade.

 

Evangelho: Mt 5,17-37 - Sim, sim - Não, não!

Cumprir a Lei não significa ser legalista, interpretá-la superficialmente. É preciso ir à raiz, ver o pano de fundo da proposta que a Lei faz. Cumprir um preceito para se ver livre dele não vale. O que é necessário é entender o espírito da Lei. Os exemplos que Jesus usa no texto de hoje, mostram bem como deve ser a nossa ação diante da Lei. Não basta “não matar”. Existem tantas maneiras de se matar o irmão... É preciso defender a vida! Não basta “não cometer adultério”. Existem tantas maneira de ser falso e de se enganar... É preciso valorizar a sexualidade equilibrada.  Não basta “não jurar”. Existem tantas maneiras de se comprometer... É preciso ser transparente, ser sincero. Jesus quer de nós a retidão de comportamento: sim = sim. Não = não. Tudo o mais vem do Maligno.

 

Reflexão.

1. Que tipo de escolha estamos fazendo. O projeto do Reino ou o projeto do mundo? Estamos sendo escravos do projeto que vai contra o Reino?

2. Deixamos o Espírito conduzir nossa vida.?

3. Estamos apenas sendo legalistas, cumprindo preceitos? Que tipo de adesão temos em relação ao projeto do Reino?

 

Dinâmica:

Distribuir um papelzinho com a frase: “Diante de você estão a vida e a morte. O que você escolhe? Você decide.”

 

Pe. Romulo

 

05/02/2014

5º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Introdução:

                        A liturgia de hoje fala muito de luz e de cruz! Quando nos reunimos para celebrar iniciamos sempre com este sinal, que é o sinal do cristão: o sinal da cruz. No dia do nosso Batismo fomos marcados por este sinal e também recebemos uma vela acesa, cuja chama é retirada do Círio Pascal (Jesus Ressuscitado) e nos é dada a tarefa de sermos luz, irradiando a luz recebida do Ressuscitado. Cada cristão deve se reabastecer na celebração para ser luz para o mundo. Não podemos nos esconder! Assumir a cruz de cada dia, no mundo em que vivemos, é um compromisso sério, um desafio. Não basta uma celebração bonita, festiva. É preciso, ao sair daqui, tomar a cruz e enfrentar os desafios. Levar esta luz para outros: discípulos/missionários...

 

 I Leitura: Is 58,7-10 - Assumir as obras de misericórdia.

O profeta insiste na necessidade de ir em socorro aos necessitados. O sonho de reconstruir uma nova pátria, uma nova capital e um novo santuário nacional, não deu certo. É preciso começar a construir A PESSOA. Não basta uma organização material se a pessoa é esquecida. Deus se aproxima daqueles que se aproximam do próximo. Ele é a luz e quem dele se aproxima se torna luz.

 

II Leitura: 1Cor 2,1-5 - Loucura da cruz.

O apóstolo mostra que a sua pregação não tem outro fundamento a não ser a cruz. O fundamento humano enfraqueceria a pregação. Não se mistura a ação de Deus a critérios humanos. A fé autentica não se baseia na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. E o poder de Deus é Cruz de Cristo.

 

Evangelho: Mt 5,13-16 - Sal - Luz - Montanha - Lâmpada.

Jesus inicia sua missão como luz para afugentar as trevas (Mt 4,16) e mais tarde vai se apresentar como Luz do mundo (Jo 8,12). Hoje quer que cada um de nós assuma ser luz. A luz, o sal, a montanha, a lâmpada, são figuras agrupadas por Mt para despertar as Comunidades no sentido missionário do anuncio do Reino. O sal preserva e purifica. A luz é vista e ilumina. O cristão não pode ficar escondido. É uma cidade no alto da montanha e uma lâmpada colocada no alto.

 

Reflexão.

1. Quais as obras de misericórdia que estamos assumindo em nossa Comunidade? Temos apenas pastorais eclesiais ou também as pastorais sociais?

2. Assumimos a cruz como nosso distintivo? Temos a coragem de enfrentar os desafios? Em que se baseia nossa esperança?

3. Ser sal e se luz implica conversão, mudança de atitudes e, sobretudo espírito missionário.

 

Dinâmica:

Armar, diante do altar uma grande cruz, tendo ao lado o Círio Pascal. Duas pessoas, com vasilhas com sal ficam ao lado da cruz e do círio. Enquanto se proclama (se canta) a profissão de fé, formar duas procissões e as pessoas tocam o sal com a mão e acendem suas velas no círio pascal. Manter as velas acesas durante a oração da Assembléia.

 

Padre Romulo

 

FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR.


 

02 de Fevereiro.
 

  1. Introdução.

A festa de hoje nos faz voltar ao Natal do Senhor. José, Maria e o Menino estão de novo diante de nós. Agora para cumprir um ritual judaico. Prescrito para a purificação da mãe (Lv 12, 1-8) e para a apresentação do primogênito no Templo (Ex 13,1-2. 11-16). Mas o conteúdo é mais do que um ritual. Jesus de fato inicia sua oferta gradual que vai se concretizar na cruz. Dom total. Para salvar a humanidade. Ele vem como “luz para iluminar as nações”. (Lc 2, 32). E quer que nós também sejamos luz.

 

  1. Primeira Leitura - (Ml 3, 1-4).

A promessa do profeta será a intervenção de Deus na história da humanidade. Será o mesmo Deus que vai intervir para que a justiça aconteça. No contexto da festa de hoje se fala de oferta. É o grande Dom que é oferecido: o próprio Jesus.

 

  1. Segunda Leitura – (Hb 2, 14-18).

A Carta aos Hebreus evidencia que Jesus é o único sacerdote e mediador entre Deus e os homens. O ofertório de mediação se dá na cruz. Mas cada gesto de Jesus é um gesto redentor. Desde a sua concepção até à sua morte/ressurreição.

 Evangelho – (Lc 2, 22-40) – “Meus olhos viram a tua salvação.” (Lc 2, 30).

a)               Lc 2, 22- 24 – contextualização – purificação e apresentação.

b)               Lc 2, 25-35 – Simeão – luz.

c)               Lc 2, 36-38 – Ana – apóstola.

d)               Lc 2, 39-40 – volta p/ a Galiléia (Nazaré) – Menino crescia...

 Conclusão.

1.               A festa que celebramos exige de nós uma profissão de fé em Jesus – Ele é o nosso salvador. No Templo somente dois idosos reconhecem Jesus.

2.               É uma festa da LUZ – cuidado com a chama. Jesus LUZ do mundo: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida.” (Jo 8,12). Nós também somos LUZ: “Vocês são a luz do mundo.” (Mt 5,14). Lembrar o Ritual do Batismo.

3.               Nossa missão: iluminar as trevas deste mundo.

 Pe. Antonio Romulo Zagotto

11/12/2013

3º DOMINGO DO ADVENTO


 
Introdução:

Já estamos próximos ao Natal. A Igreja usa a cor rósea nos paramentos, para demonstrar a alegria desta proximidade. Os textos da Celebração falam de alegria, de esperança, do Reino se aproximando. A Comunidade reunida retrata esta realidade: festejamos, cantamos, nos alegramos com a Palavra e com o Alimento repartidos. Tudo isto é compromisso para que o nosso Natal não seja apenas de uma alegria externa, mas da alegria que vem de Deus. Não um Natal de comércio, mas da comemoração da presença de Deus entre nós.

 

I Leitura: Is 35, 1-6a.10 - Alegria, pois o tempo é novo!

Isaías lembra ao povo que depois do exílio algo novo vai acontecer. A libertação será completa. É preciso enfrentar o caminho de volta. Não mais escravidão, não mais doença, não mais tristeza. A descrição deste tempo messiânico, de uma nova criação, se concretiza plenamente em Jesus.

 

II Leitura: Tg 5, 7-10 - Espera paciente.

Tiago exorta a Comunidade a ficar firme. A paciência do homem da roça, que espera a chuva, que espera o grão brotar, que espera a fruta amadurecer. Esperar contra toda esperança. O mundo vai ser mudado, mas sem a pressa da violência, da raiva contra o outro...

 

Evangelho: Mt 11, 2-11 - Nossa esperança é Jesus.

Diante da pergunta do Batista, Jesus mostra o que está acontecendo. É um tempo novo. Realizam-se as profecias e a presença do Reino se concretiza.

 

Reflexão.

1. Estamos sendo instrumentos de uma nova criação? Fazemos as pessoas enxergar, escutar, andar e ouvir?  Estamos acomodados verdade?

2. Quando tentamos nos organizar: partido político, sindicato, Associação de Moradores, estamos sendo politiqueiros ou cristãos firmes na esperança?

3. Estamos vivendo de verdade um novo tempo, na alegria nos preparando para o Natal?

4. Campanha para a Evangelização - Coleta

 

Dinâmicas:

a) Entrar com a terceira vela do Advento, durante a profissão de fé.

b) Montar a terceira etapa do presépio.

c) Fazer agora o ato penitencial, tirando a venda dos olhos, tirando as mãos do ouvido, desamarrando os pés de alguém. Perdão pelas vezes que não queremos enxergar e deixar o outro enxergar, não queremos ouvir e não queremos deixar o outro ouvir, pelas vezes que ficamos acomodados...

 

 

26/11/2013

Iº DOMINGO DO ADVENTO


 
Introdução

Iniciamos com o Tempo do Advento um novo ano litúrgico. O Advento (a palavra provém obviamente do latim adventus e significa "chegada") tem dois aspectos que estão intimamente unidos. 1. É um tempo de preparação para as festas de Natal cujo conteúdo é a primeira vinda do Salvador Jesus Cristo na sua humanidade ("Tu do Pai desceste salvando todo o Povo"). 2. Advento é sempre também um tempo particularmente intenso da espera da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos (para que esperemos com plena confiança a vinda de nosso Salvador Jesus Cristo). O termo é utilizado pela Igreja Católica para designar as quatro semanas que antecedem o dia 25 de dezembro e que são utilizadas para a preparação do Natal, a festa do nascimento de Jesus Cristo. Nesse período, a liturgia procura ressaltar o espírito de conversão aos princípios evangélicos, a fé em Deus que nos criou e nos redimiu por amor e a esperança que se traduz em obras concretas pelo estabelecimento de uma sociedade justa e fraterna, prenúncio do Reino de Deus anunciado pelo Messias. O primeiro domingo do Advento marca o início do Ano Litúrgico, ou seja, do calendário oficial da Igreja Católica. O advento é um tempo especial para fazermos um questionamento sério sobre nossa vida pessoal e também sobre o mundo em que vivemos. É um momento privilegiado para averiguarmos se a semente de amor e justiça lançada por Jesus Cristo no coração dos homens está nascendo e frutificando.

 I Leitura: Is 2, 1-5 - Um novo tempo, um novo povo

                        Isaías lembra ao povo que no futuro todos se dirigirão para Jerusalém, para que participem da Aliança. As armas se transformarão em instrumentos de paz. O sentido político, da importância de Jerusalém, se transforma numa profecia, dando um sentido novo, para um novo tempo, para um novo povo.

 
II Leitura: Rm 13, 11-14a - A salvação é agora!

                        O cristão deve aproveitar este momento de Deus: - na vigilância;

                                                                                                    - na mortificação

                                                                                                    - construindo a paz.

O cristão não pode desperdiçar este tempo. Nunca se acomodar. Sem o fanatismo, com o medo de que o fim do mundo está próximo, mas também sem se misturar com as coisas do  mundo: bebedeiras, orgias, imoralidades, ...

Evangelho: Mt 24, 37-44 - Olhos e ouvidos bem abertos.

                        Jesus insiste na vigilância. O Evangelho esta cheio de alertas para que todos estejam atentos. Não sabemos o dia nem a hora! Existe uma íntima relação com o texto acima de Rm 13.

Reflexão.

1. Devemos estar preparados... Para que? Para um Natal cheio de poesia, emoção e sentimentalismo, ou para fazer a vida acontecer de verdade?

2. O que fazer neste tempo do Advento? A Novena do Natal, a participação nas celebrações, preparar um Natal especial em Comunidade, especialmente para os mais pobres...

3. Estamos vivendo de verdade um novo tempo, um novo povo, uma nova Comunidade? “Dias melhores virão...” Como fazer isto acontecer?

 Dinâmicas:

a) Entrar com a primeira vela do Advento, durante a profissão de fé.

b) Começar a montar o presépio ( por etapas = cada Domingo uma parte)