12/07/2011

16º DOMINGO DO TEMPO COMUM

1. Introdução:
Muitas vezes desanimamos vendo o mal vencer. Alguns gostariam de fazer justiça com as próprias mãos, resolvendo de vez as injustiças, as desigualdades, os desmandos. Mas Deus fala para nós: “Tenham paciência”... O confronto definitivo vai acontecer e então sim vai haver a separação e o bem sairá vencedor! O próprio Deus é paciente e misericordioso. O que seria de nós se Ele de imediato nos julgasse e condenasse. Quantos sobrariam? Nesta paciência histórica, devemos pedir ao Espírito Santo que nos ajude a enfrentar as dificuldades e ter a necessária paciência. O reino é como uma pequenina semente, que vai crescendo lentamente. É como o fermento que leveda toda a massa e a gente nem vê! Paciência, muita paciência!

2. Segunda Leitura: Sb 12, 13.16-19 – Deus misericórdia.

Deus não sai aniquilando as pessoas sem mais nem menos. Ele é paciente até com os inimigos. Esta é a grande lição que o povo deve aprender: amar as pessoas, ter esperança, ter paciência para dar tempo para que o outro se converta...

3. Segunda Leitura: Rm 8, 26-27 – O Espírito nos aponta o caminho.

Diante das dificuldades, dos desafios, ficamos desorientados e perdidos. Não sabemos como agir e para onde ir. Mas o Espírito Santo nos orienta e nos dirige para que possamos assumir o rumo certo e agir conforme a vontade de Deus. Não estamos sozinhos! O Espírito Santo caminha conosco e nos dá a segurança necessária.

4. Evangelho: Mt 13, 24-43 - Reino de Deus.

Três parábolas sobre o Reino e explicação de uma delas, dão corpo ao texto de hoje. A história do joio e do trigo nos ajuda a ter paciência e não querer fazer justiça com as próprias mãos. A da semente de mostarda e a do fermento mostram que o Reino acontece apesar de nossa presença. A tensão constante entre o bem e o mal faz parte da nossa história. Cabe a cada um de nós saber conviver com ela e ter a esperança que o bem vai vencer!

5. Reflexão.

1. Aprendemos as lições que Deus nos ensina: amor, esperança, paciência?

2. Deixamos nos conduzir pelo Espírito Santo ou pelos nossos impulsos?

3. Somos fortes o suficiente para dar tempo ao tempo?

6. Dinâmica:

Fazer aqui o Ato penitencial, pedindo perdão pelas nossas impaciências, pelo nosso desamor, pela falta de esperança.


Fonte: Mons. Romulo

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